Fiquei parada na "desfigurativização" do termo "viralizar": música-que-não-é-música é uma infecção destrutiva para a música.

Fico com o que você não escreveu neste texto especificamente: sua previsão de que vivemos um momento de transição, depois do qual a música, bem como toda a cultura espontânea, continuarão existindo. Talvez separadas definitivamente do produto industrial. Tomara. A indústria do entretenimento parasita as artes, mas as destrói.

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Hi Justin,

I'm in full agreement and it's refreshing to read a piece that doesn't echo the collective delusion about the benefits of American hegemonic control of the world order. I'd like to share my collection of files on PMC. I am a Brazilian socialist (we'd call it something different but it works) and I've seen this monster niche grow since Reagan destroyed the Central American dream. I also know KBR really well. If you want to keep in touch, let me know. And thank you.

https://www.dropbox.com/sh/re80uu7dtt5kz22/AAC71hGLx4mWAcfLrs8m0Ahxa?dl=0

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Marilia Coutinho

Marilia Coutinho

Writer, health educator and science popularizer out of Oklahoma City. A secularist, a rule of law kind of person and a friend to all things true.